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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Como ser assertivo no trabalho sem deixar de ser cordial

Ser assertivo implica em concentração e foco nas atividades que você está realizando. Confira como você pode desenvolver a assertividade sem deixar de ser cordial com seus colegas

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Muitas pessoas acreditam que para ser firme em suas afirmações no trabalho é preciso ser rude ou grosseiro. No entanto, esse tipo de comportamento só acrescenta de forma negativa na sua carreira. A chave para o sucesso é, na verdade, ser assertivo sem deixar de ser cordial.

Qualquer que seja o seu posto de trabalho, a assertividade pode ser a chave do êxito. Mas você não deve se esquecer do respeito e educação quando for emitir as suas opiniões. Você pode ser o melhor no seu posto, mas se não tiver uma boa relação com o seu chefe e com os seus colegas de trabalho, não irá muito adiante.

 

Para ser assertivo no seu trabalho, é necessário estar concentrado e focado na tarefa que você está realizando, sem deixar de manter em mente suas metas particulares e a meta geral do empreendimento. Alcançar a assertividade sem perder a cordialidade pode parecer difícil, mas é possível com algumas técnicas:

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PARA SER ASSERTIVO SEM DEIXAR DE SER CORDIAL: 1. ORGANIZAÇÃO

Seja organizado com a sua lista de pendências. Mantendo todas as suas tarefas organizadas, você poderá pensar melhor e se desesperar menos. Isso será útil na hora de administrar seu tempo disponível, assim como os recursos que você possui para realizar seu trabalho. Além disso, com uma lista organizada, você poderá planejar de forma eficiente suas tarefas e, assim, deixar claro para seus colegas de trabalho que tem prioridades.
 

 

PARA SER ASSERTIVO SEM DEIXAR DE SER CORDIAL: 2. CRIATIVIDADE
Outro ponto importante ao ser assertivo no trabalho é ser criativo e perspicaz. Com essas atitudes inovadoras você terá mais chances de ultrapassar os obstáculos que podem aparecer no seu caminho e será mais fácil conviver com seus colegas de trabalho. Encontrando saídas inovadoras para seus problemas, você terá mais humor para lidar com as pessoas ao seu redor.
 

 

PARA SER ASSERTIVO SEM DEIXAR DE SER CORDIAL: 3. OBJETIVIDADE
Estabeleça objetivos claros para as tarefas que você realiza. Dessa forma será mais fácil defender e argumentar a favor das suas ideias. Ao decidir o que fazer, considere o objetivo geral da empresa e tente casá-lo com os seus objetivos próprios. Determine a maneira mais eficaz de cumprir suas metas e gerencie o seu tempo para isso.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Foi demitido? Saiba como reagir rapidamente à notícia

Em momentos de crise, a demissão é algo quase que inevitável no mercado. Porém, o trabalhador que é pego de surpresa com o corte, acaba ficando sem saber como organizar o orçamento.


De acordo com o site Meu Bolso Feliz, essa decisão forçada envolve várias providências que podem parecer desagradáveis num primeiro momento, mas revelam-se absolutamente necessárias para você evitar prejuízos maiores e, assim, organizar sem grandes tropeços a sua situação financeira.
O primeiro passo é não entrar em desespero, pois isso não resolverá os problemas. Encare como oportunidade de tomar o controle das suas contas, fazer a revisão de todos os gastos e analisar o que realmente é prioridade, afirma José Vignoli, educador financeiro.
Veja abaixo o que fazer caso perca o emprego: 
1- Esqueça a vergonha e envolva a família
"Tem gente que segue a mesma rotina de acordar cedo e sair de casa só por vergonha de revelar aos parentes e vizinhos que perdeu o emprego”, conta Vignoli. “Isso não pode acontecer". Segundo o educador, a família deve ser envolvida imediatamente e estar junto com você neste momento que está sendo muito difícil para todo mundo. Até porque, na missão de reduzir os gastos, a família deve estar totalmente comprometida, entendendo a situação e contribuindo, cada um à sua maneira, para cortar despesas. “Supérfluos no mercado, refeições fora com frequência, custos com celular, academia, pacotes de TV e internet, tudo isso deve ser revisto. Agora, mais do que nunca, a regra é gastar estritamente com o necessário”, alerta Vignoli.
2- Corte as regalias
Com toda a família ciente de que o padrão de vida terá de cair, está na hora de começar a enxugar os gastos diários. Se você é do tipo que não dispensa uma refeição no restaurante, comece a cozinhar em casa; o almoço fora do lar é uma das regalias que mais costumam onerar o bolso dos brasileiros. Segundo o Datafolha, o gasto médio com almoço em restaurantes no Brasil é de R$ 27,36 por pessoa.“Além disso, pode-se também cortar alguns serviços, renegociar a tarifa de TV a cabo, internet, telefonia ou até rever prazo de pagamento de bens adquiridos”, aconselha Caio Arnaes, gerente sênior da consultoria de recursos humanos Robert Half.
3- Pague o máximo de dívidas que puder
Se, no momento da demissão, você está pendurado em dívidas com taxas de juros, que fazem a sua dívida aumentar rapidamente, principalmente de cheque especial e cartão de crédito, utilize o valor da rescisão e do Fundo de Garantia, se tiver, para se livrar delas. Por mais que isso dê a sensação de estar jogando dinheiro pela janela, é a única forma de conter a bola de neve que poderá empurrá-lo ladeira abaixo se não for contida logo no início. Pagar as contas evita que os juros da dívida cresçam e ela se torne impagável a longo prazo. Lembre-se que, não conseguindo quitar suas dívidas, pode acabar com o nome sujo, o que tornará ainda mais complicado encontrar um novo emprego. “Legalmente, segundo o Tribunal Superior do Trabalho, as empresas têm o direito de consultar serviços de proteção ao crédito, como o SPC, durante o processo seletivo de um candidato”, alerta Arnaes.
4- Seja realista e, se preciso, radicalize
O que não pode é incorrer no erro de deixar tudo como está, enquanto as contas não param de chegar. É preciso, sobretudo, reconhecer que talvez, após perder o emprego, você se encontre vivendo num padrão de vida fora de suas atuais possibilidades. Afinal, ganhando bem, quem nunca se empolgou e acabou comprando eletrônicos demais ou até um carro cujos luxos não eram tão necessários?Pois então, melhor tratar de colocar tudo isso no papel, traçar mudanças de rota e, em casos extremos, tomar atitudes radicais. “Se eventualmente se matriculou em uma academia, por exemplo, é hora de buscar outras opções para se exercitar. Tem mais de um cartão de crédito? Se desfaça de todos, ficando com apenas um e assim por diante”, exemplifica Vignoli.


5- Comece, imediatamente, a procurar emprego
Não caia na bobeira de tirar um tempinho de “férias” antes de começar a, de fato, procurar emprego. “Alguns profissionais, com dez anos na empresa, tiram um, dois meses de ‘férias’ estando desempregados. Isso pode custar caro para achar depois uma nova oportunidade”, adverte Arnaes."Comece desde já a procurar outro emprego, avise todo mundo que está disponível e retome contatos perdidos, pois toda a movimentação profissional sempre demora um tempo. Geralmente, não é ser demitido na sexta e na segunda já ter nova proposta”, complementa o consultor de recursos humanos.
6- Pense fora da “caixinha”
Enquanto não consegue um novo emprego, reflita sobre os seus talentos, recupere contatos e encontre uma forma de assegurar uma renda extra, pelo menos para quitar as contas mais urgentes. Pode ser algo completamente diferente daquilo que você está habituado a fazer, quem sabe até algo que faça de casa mesmo. Por exemplo, quem ama cachorros, pode virar dog walker; se gosta de fotografia e tem uma boa máquina, ofereça-se para fotografar eventos de amigos e colegas. Opções como garçom de buffet, recepcionista de evento e monitor infantil também são boas alternativas, que exigem dedicação parcial e pouca experiência. Além disso, dependendo dos seus talentos, você pode cozinhar ou fazer doces para fora, dar aulas de reforço para estudantes, oferecer-se como treinador de algum esporte, entre outros. Entenda também que, muito provavelmente, suas próximas ofertas de emprego serão para ganhar menos do que vinha conseguindo no trabalho anterior. “Houve um acréscimo muito grande na maioria dos salários nos últimos anos. Agora estamos passando por um ajuste da realidade salarial e se deverá acostumar a receber propostas com redução de 10%, 15% do que se ganhava antes”, explica Arnaes.“Eventualmente, se surgirem trabalhos que paguem menos ou que você se sinta muito qualificado para fazê-lo, não recuse. O momento econômico do Brasil não dá condições para se dizer não”, complementa Vignoli.
7- Tenha em mente que tudo é fase
Se a economia está passando por um período crítico, é verdade também que ela não se manterá assim eternamente e em algum momento deverá retomar o patamar de crescimento. Com algumas mudanças de mentalidade e paciência, nada impede que, num médio prazo, você venha a desfrutar novamente das regalias perdidas neste tumultuado ciclo econômico. E, dessa vez, mais consciente de suas verdadeiras necessidades e sabendo como enfrentar o tão temido monstro do desemprego. 



Quando o RH chama pra conversar a coisa fica séria...