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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

A falsa válvula de escape.

Parece que a vida do jovem de hoje anda em torno das drogas. É um cigarro ali, uma bebida para alegrar aqui, um baseado para relaxar, tudo, talvez, para experimentar algo diferente. Afinal de contas, não é fácil ser jovem.
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Muitos dizem que não são dependentes químicos, mas é só acontecer algo de ruim que esses mesmos recorrem ao uso da maconha para se acalmar, não conseguem aproveitar uma balada sem tomar uma dose. E por aí vai.

E não venha falar que é só a pessoa de baixa renda que usa, pois o que eu já vi de “playboys” usando maconha, alguns deles em um estado tão lamentável que chegam a usar cocaína para ficarem mais “ligados”.

Você pode me dizer o porquê dessa autodestruição? Alguém que pode ter um futuro promissor jogando toda a oportunidade para se enfiar em drogas, festas e curtições? O que eu vejo no futuro de um perdido desse é ele deitado daqui alguns anos em um caixão refinado.

Por que usar isso? Para aliviar os problemas? Quando o efeito passar, ele terá que se preocupar novamente com a sua realidade, a não ser que ele se anestesie frequentemente, mas isso é fugir do que chamamos de “viver”. Isso não é uma válvula de escape da vida, mas sua aproximação da morte.

A droga é uma prova de que os jovens estão cada dia mais com a cabeça fraca. Conseguem ser influenciados por qualquer coisa, é só um amigo oferecer que o cara vai lá e fuma para não pagar mico, para mostrar que não é fraco.

Pode parecer clichê o que irei dizer, mas quando te oferecerem alguma substância diga “não” e não aja como se fosse normal ver seus amigos se destruindo com essas porcarias. Esses, muitas vezes, só precisam de alguém para ajudá-los a sairem dessa.

Vamos mudar essa atitude, não usar nenhuma substância química não é careta, é ser forte. É necessário sentir nossas dores e vencer elas por conta própria. Não dependa de algo que é antônimo de vida.

Exaustão Emocional.

Exaustão Emocional: consequências de tentar ser forte a maior parte do tempo


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A exaustão emocional pode aparecer por diversos tipos de esforços seja em relacionamentos, trabalho e em outros meios.


Os dias podem ser cada vez mais cansativos por conta da rotina e problemas que ocorrem no trabalho, casa e em outros aspectos, e os momentos de descanso mental estão sendo menos aproveitados do que deveria.

Quando somos fortes por muito tempo, temos o perigo de acabar tendo uma exaustão emocional que é a sobrecarga de esforço.

Causas da Exaustão Emocional
O esgotamento emocional pode ser originado pela falta de reciprocidade, pois as pessoas que sofrem disso são aquela que se doam muito pelos outros e se preocupam em dar sempre o melhor de si, mas que não são correspondidas da mesma maneira.

As pessoas que se esforçam muito para dar tudo de si para as relações, trabalhos podem acabar deixando de cuidar de si próprio, e como o recebimento não é na mesma intensidade, pode parecer que a pessoa é mais forte que outras e que pode aguentar tudo.

Sintomas
Falta de motivação
A pessoa que está com exaustão emocional, faz as coisas como se não fossem capazes de elaborar verdadeiramente, não sentem nenhuma alegria no que faz. Elaborando as atividades como se fosse algo obrigatório que se faz o tempo todo e mecanicamente.

Cansaço físico
O dia começa sem motivação nenhuma, a pessoa espera que o dia seja cheio de tarefas exaustivas. Já acorda com a espera de um dia doloroso.

Insônia
Como tem muitas coisas em sua mente, a pessoa com exaustão emocional tem dificuldades em dormir.

Dificuldades para pensar
A pessoa tem um raciocínio mais lento já que se sente mais confusa e mais cansada por conta dos esforços de sempre elaborar as atividades e se dedicar a outras pessoas.

Superando a Exaustão Emocional
Quando você não cuida das emoções, as pressões psicológicas refletem em seu corpo, trazendo dores físicas que podem desencadear doenças mais sérias, como hipertensão arterial, arritmia, gastrite, úlcera, ansiedade, síndrome do pânico e depressão.

Desenvolva sua Inteligência Emocional e autoconhecimento com o Lotus. É necessário conhecer a si mesmo e aprender a lidar com as emoções para ser uma pessoa equilibrada e em paz com você mesmo. Se transforme e aprenda a cuidar de si, e tirar esse tempo que precisa para se cuidar.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Documentário The Mask You Live In

O que é ser homem para você? Ter poder e dinheiro? Transar com muitas mulheres ao longo da vida ou, então, mentir sobre isso a outros homens? Casar e ter filhos, de preferência homens? Então, ensinar a esses meninos como serem verdadeiros homens?


O  documentário The Mask You Live In que está disponivel na Netflix fala sobre essas perguntas e vai além, trazendo um panorama sobre a “crise dos meninos” nos EUA e os efeitos devastadores da dita “cultura do macho” para a sociedade. 

Por meio do relato de experiências vividas por crianças, jovens e adultos, e da análise de psicólogos, educadores e estudiosos do assunto, The Mask You Live In conta sobre a perpetuação dos modelos de comportamento e gênero, de como ensinamos nossos meninos a serem homens. “Seja um homem” é classificada por um dos entrevistados como uma das frases mais destrutivas da nossa cultura. Sobre esse contexto, o filme denuncia com intensidade a responsabilidade de pais, escolas, da indústria do entretenimento (cultura dos games, das celebridades e da música rap americana como exemplos) e do mundo dos esportes (e seus treinadores, que desde muito cedo, doutrinam meninos à competitividade, violência e repressão de qualquer manifestação de fragilidade). 


Ensina-se já nos primeiros 6 anos de vida, fase em que especialistas apontam como a que mais determina o adulto que seremos, como se deve neutralizar emoções e hierarquizar qualquer tipo de relação pelo domínio e subjugação do outro. Logo no início do filme, isso é exemplificado por um dos educadores entrevistados com a seguinte situação: 


Entre em qualquer playground dos EUA, onde crianças brincam alegremente. Pergunte a elas ‘Quem é a mulherzinha aqui?’, e dois meninos vão começar a se apontar, ou todos apontarão um único menino, que acabará brigando com todos ou então voltará para a casa chorando.” 



Esse comportamento acaba se perpetuando em uma cultura que estimula insegurança sobre a masculinidade, fazendo com que esta tenha que ser provada o tempo todo. Uma cultura que cria, geração após geração, homens que odeiam mulheres. 
Homens que, plenamente convictos do que estão fazendo, matam 50 pessoas em uma boate gay. Isso liga o filme, de uma certa maneira, a outro documentário, She’s Beautiful When She’s Angry, que aborda a necessária luta feminista diante dessa cultura que estimula e molda inimigos.

Uma série de casos de bullying, trotes violentos, estupros e assassinatos em massa são citados ao longo do documentário como consequências do que se instituiu ser homem na América. 
Alcoolismo e abuso de outras drogas são quase institucionalizados como comportamento. O altíssimo índice de tentativas e de suicídios consumados é outro triste dado revelado por The Mask. Meninos que não se encaixam, que sofrem abusos e que são educados para não falar sobre isso acabam interrompendo suas vidas ainda na adolescência. 


Mesmo diante de um cenário devastador, conclui-se The Mask You Live In com olhar otimista, apresentando uma série de iniciativas e projetos de educadores que estão combatendo esse aspecto cultural tão enraizado, estimulando diálogo, compartilhamento de experiências e a livre expressão entre homens, desde quando crianças até a idade adulta. 





O filme também cobra a responsabilidade de cada um de nós em expandir o que é ser homem, tanto para nós mesmos, quanto para os meninos que estamos criando. Não agir sobre isso e, ainda por cima, minimizar a dor do outro, nos torna, de alguma forma, cúmplices de massacres como os de Orlando, e dos abusos, estupros e suicídios de cada dia.







segunda-feira, 13 de junho de 2016

INVOCAÇÃO DO MAL 2 – A VERDADEIRA HISTÓRIA DO FANTASMA DE ENFIELD

O Fantasma de Enfield


Objetos pegando fogo ou levitando, ruídos e batidas sem explicação e a possessão de uma criança, que entre outras coisas levitava até o teto. Conheça O Fantasma de Enfield.

A Senhora Peggy Harper e seus quatro filhos moravam em uma casa na localidade de Enfield, Londres-Inglaterra, quando, entre agosto de 1977 e setembro de 1978, coisas estranhas começaram a acontecer.



Objetos pegavam fogo pela casa ou então voavam (uma vez, um brinquedo atravessou a sala e acertou na cabeça de um fotografo). Mas os maiores fenômenos aconteciam com Janet, a filha de 12 anos. A Garota entrava em estados de transe a muitas vezes levitava da cama, muitas vezes parando no teto. Sua voz também mudava durante o transe.


Este caso é interessante porque várias fotos foram tiradas dos fenômenos. Os pesquisadores colocavam câmeras com disparo automático pela casa e assim conseguiram diversas fotos. Com estas fotos eles procuravam provar de uma vez por todas a existência do paranormal, mas isto não foi possível.




No Brasil, o longa atraiu 199 mil espectadores e arrecadou R$ 2,7 milhões.
Para se ter uma ideia, trata-se do dobro que o primeiro filme fez em seu primeiro dia de exibição em 2013 (97,6 mil espectadores). As informações são do FilmeB.
Fonte: CinePOP




Os fãs que ficaram curiosos com o caso real em que foi baseado o terror ‘Invocação do Mal 2‘ ficarão intrigados com esse raro documentário que mostra EXATAMENTE as mesmas coisas vistas no filme.
O documentário da BBC mostra as duas irmãs sendo entrevistadas no sofá da casa em Enfield, cena replicada de maneira extremamente realista no filme.

                




O Filme de terror acompanha uma ocorrência paranormal que se passou nos anos 1970 em Enfield, Inglaterra, centrado em duas irmãs supostamente possuídas. A investigadora paranormal Lorraine afirmou que viu as jovens levitarem e até testemunhou quando uma delas se desmaterializou.A garota foi encontrada 20 minutos depois em uma grande caixa de fusíveis, com seu corpo retorcido de tal forma que não era possível reproduzir a posição.

Trailer: